Vivo procurando uma maneira de manter meu blog atualizado, mas não consigo!
Estou com as férias terminando e hoje foi que lembrei do pobre blog!
Bem quero compartilhar sentimentos!
Vocês também ficam ansiosas quando se aproxima o início ou reinício das aulas?
Já estou fazendo pesquisas e leituras para o começo do semestre!
Estou meio insegura com as mudanças propostas pela secretária de educação no que diz respeito ao planejamento na educação infantil e com o novo olhar para a mesma. Concordo com um planejamento centrado na criança e com uma identidade para a educação infantil, abolindo a visão da educação infantil como preparação para o ensino fundamental. O livro As cem linguagens da criança traz uma abordagem que sinaliza para o que se quer fazer em Fortaleza, mas é preciso também ver as particularidades da nossa cultura.
Um beijo a todos e vamos ver se desta vez o blog engrena!
Inté!
Ateliê de vivências
Vamos usar este espaço para partilhar experiências,pontos de vista,sugestões,atividades, planos de aula, informações e novidades em geral!!!
Sejam todos bem vindos!!!!!!
Que todos que passem por aqui sintam a luz de Jesus e as bençãos de Maria!
segunda-feira, 22 de julho de 2013
domingo, 2 de dezembro de 2012
PROJETO AFROMANOS-RECONTOS
RODA DE CONVERSA QUE JUSTIFICA O PROJETO:
Entramos na sala e as crianças foram logo me mostrando os bonecos que fizeram com tia Cláudia ( professora que fica com nossos alunos para que façamos nosso planejamento):
-Olha tia o que a gente fez!
-Nossa, que lindo! E por que vocês fizeram esses bonecos?
-Ah! Porque sim!
-Porque sim, não! Por causa da história!
-Que história?
-Da Bintou!
-Que tal vocês me contarem essa história?
-ÉÉÉÉÉÉÉ! ( todos)
E foi assim que idealizamos o projeto AFROMANOS-RECONTOS
Reconto de AS TRANÇAS DE BINTOU. Infantil IV manhã
Uma menina que era pequena e tinha o cabelo enrolado. Ela queria usar trança porque ela viu uma menina, que era irmã dela, mas ela era pequena. Sua vó deu coisas coloridas para Bintou botar no cabelo.
FIM
Reconto de AS TRANÇAS DE BINTOU. Infantil IV tarde
RODA DE CONVERSA COM A TURMA DA TARDE
Entramos na sala e esperei que alguém comentasse sobre os bonecos que haviam confeccionados, mas a empolgação estava em volta da aluna nova. Apresentei-a, falamos sobre ela e com ela. Era uma aluna minha do turno da manhã que estava passsando pra tarde. Puxei o assunto dos bonecos mas eles não lembravam muito.
-Por que tem esses bonecos aqui?
-A gente que fez!
-Por que?
-Porque sim!
-Não!
-Porque a tia Bernadete mandou! (a pedagoga 2 da tarde)
-Não, foi por causa do filme!
-É! Tinha essas bonecas e esses bonecos pra gente aprender a fazer em casa!
-É não!
-É a menina do filme!
-E como é o nome dela?
-Bintou!
-Então contem a história pra Nayara e eu conhecermos!
-Tá bom!
Era uma menina negra e bonita.
Ela tinha uns pitozinho. Ela tava triste porque ela não crescia e não tinha trança.
A avó da Bintou arrumava ela, dava carinho.
FIM
Reconto de FUROS NO CÉU Infantil IV manhã
Duas mulheres pegaram pilões e ficaram batendo os milho e furaram, sem querer, o céu porque era mais baixinho, ficava perto da terra.
O céu ficou gritando porque tava doendo e porque ele tava zzangado. Aí o céu pediu pro tambor bater bem alto pras mulheres escutarem. Elas dançaram quando o tambor bateu. E o céu gostou.
O céu foi bem alto para elas não furar mais, mas dá pra ver ele.
O céu ficou com saudade da terra e daí ele transformou os furos em estrelas pra ele não chorar mais e pra iluminar igual a lua.
FIM
Reconto de FUROS NO CÉU Infantil IV tarde
Aconteceu na África.
Duas mulheres tavam amassando milho no quintal da casa delas, aí elas pegaram tão forte que furou o céu. O céu gritou:
-AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAi!
O céu mandou o tambor tocar forte pra as mulheres olhar pro céu.
As mulheres dançaram.
O céu ficou feliz!
Aí o céu transformou aqueles furinhos em estrelas.
FIM
Entramos na sala e as crianças foram logo me mostrando os bonecos que fizeram com tia Cláudia ( professora que fica com nossos alunos para que façamos nosso planejamento):
-Olha tia o que a gente fez!
-Nossa, que lindo! E por que vocês fizeram esses bonecos?
-Ah! Porque sim!
-Porque sim, não! Por causa da história!
-Que história?
-Da Bintou!
-Que tal vocês me contarem essa história?
-ÉÉÉÉÉÉÉ! ( todos)
E foi assim que idealizamos o projeto AFROMANOS-RECONTOS
Reconto de AS TRANÇAS DE BINTOU. Infantil IV manhã
Uma menina que era pequena e tinha o cabelo enrolado. Ela queria usar trança porque ela viu uma menina, que era irmã dela, mas ela era pequena. Sua vó deu coisas coloridas para Bintou botar no cabelo.
FIM
Reconto de AS TRANÇAS DE BINTOU. Infantil IV tarde
RODA DE CONVERSA COM A TURMA DA TARDE
Entramos na sala e esperei que alguém comentasse sobre os bonecos que haviam confeccionados, mas a empolgação estava em volta da aluna nova. Apresentei-a, falamos sobre ela e com ela. Era uma aluna minha do turno da manhã que estava passsando pra tarde. Puxei o assunto dos bonecos mas eles não lembravam muito.
-Por que tem esses bonecos aqui?
-A gente que fez!
-Por que?
-Porque sim!
-Não!
-Porque a tia Bernadete mandou! (a pedagoga 2 da tarde)
-Não, foi por causa do filme!
-É! Tinha essas bonecas e esses bonecos pra gente aprender a fazer em casa!
-É não!
-É a menina do filme!
-E como é o nome dela?
-Bintou!
-Então contem a história pra Nayara e eu conhecermos!
-Tá bom!
Era uma menina negra e bonita.
Ela tinha uns pitozinho. Ela tava triste porque ela não crescia e não tinha trança.
A avó da Bintou arrumava ela, dava carinho.
FIM
Reconto de FUROS NO CÉU Infantil IV manhã
Duas mulheres pegaram pilões e ficaram batendo os milho e furaram, sem querer, o céu porque era mais baixinho, ficava perto da terra.
O céu ficou gritando porque tava doendo e porque ele tava zzangado. Aí o céu pediu pro tambor bater bem alto pras mulheres escutarem. Elas dançaram quando o tambor bateu. E o céu gostou.
O céu foi bem alto para elas não furar mais, mas dá pra ver ele.
O céu ficou com saudade da terra e daí ele transformou os furos em estrelas pra ele não chorar mais e pra iluminar igual a lua.
FIM
Reconto de FUROS NO CÉU Infantil IV tarde
Aconteceu na África.
Duas mulheres tavam amassando milho no quintal da casa delas, aí elas pegaram tão forte que furou o céu. O céu gritou:
-AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAi!
O céu mandou o tambor tocar forte pra as mulheres olhar pro céu.
As mulheres dançaram.
O céu ficou feliz!
Aí o céu transformou aqueles furinhos em estrelas.
FIM
O RETORNO
Abandonei meu blog por uns tempos, mas vou tentar mantê-lo. Fica difícil, pois trabalho o dia inteiro como professora da educação infantil e a noite sou mãe de um gigante de quatro aninhos!!! Mas como toda mulher, tentarei dar continuidade a esse, que é mais um projeto de trabalho!!! Atualmente estou trabalando contos africanos. Leio para meus alunos um conto africano e no dia seguinte peço que recontem a história. O interessante é que eles sempre acrescentam algo de si na história!
terça-feira, 15 de novembro de 2011
A matemática na pré-escola
A Revista Pátio (29) vem com um tema maravilhoso: Matemática na educação infantil. Estou lendo e relendo. Leiam e vamos fazer uma sessão de debates aqui no blog! Beijos!
Comentando o Artigo: A MATEMÁTICA NA PRÉ-ESCOLA
Autora:Terezinha Nunes. Professora do Departamento de Educação da Univerrsidade de Oxford (Reino Unido).
Primeiramente gostaria de dizer que não concordo com o termo Pré-escola. Deixa transparecer que esta etapa da educação básica é uma preparação para a escola. Pensar assim é totalmente equivocado. A educação infantil é plena em si, com seus objetivos bem definidos na LDB, diretrizes curriculares e pela resolução nº5.
Segundo, por mais que se leia, participe de palestras, encontros, seminários, fóruns; o que vejo, tanto na argumentação (in off) quanto na prática, são professores fazendo o de sempre: só contagem, visualização dos números, escrita dos números, como Terezinha diz: ..."contagem como uma rotina fixa..." Mas ela continua (essa é a parte interessante!) "...podemos criar situações que provoquem a reflexão sobre a representação". O que vejo muito na prática dos professores, são atividades onde a criança utiliza muito mais o lápis e o papel, do que a observação e a comparação mediadas pela oralidade.
Entrarei num ponto muito polêmico atualmente. O planejamento. A professora Terezinha ressalta que o trabalho seja realizado com diretrizes especiais. Devo colocar aqui uma questão polêmica: Como direcionar específicamente o trabalho sem momentos de planejamento e estudo, satisfatórios? Tudo isso demanda tempo e a escola pública não nos disponobiliza satisfatoriamente! Essa é uma discussão recorrente, mas pertinente. Não tem como não falar em trabalho bem direcionado e valorizando as características das crianças sem falar em PLANEJAMENTO.
Voltando ao artigo ( estou igual às professoras que frequentam os cursos de capacitação, quando surge um tema polêmico despejam as angustias e o tempo se esvai!) que não fala somente da contagem, da representação, dos números, mas também de aprender a usar os números para pensar sobre o mundo.
" À medida que as crianças resolvem problemas sobre quantidades, elas estão aprendendo a organizar suas ações para resolver problemas com números".
Nesse aspecto uma professora faz (supostamente!) uma observação: Meus alunos resolvem problemas nas tarefas xerografadas! (Gente, não adianta questionar! Na teoria fazemos certo, mas na prática é isso mesmo!) O que falta para nossa teoria casar com a nossa prática?
Terezinha também fala que devemos variar o elemento desconhecido na situação-problema. O que é rotineiro é perguntarmos quantos ficou? Terezinha sugere que perguntemos quanto foi tirado, perdido...
Ela também fala sobre usarmos situações-problema para promover a REFLEXÃO inversa entre a adição e a subtração. "É fundamental estimular a criança a resolver o problema sem contar".
Comentando o Artigo: A MATEMÁTICA NA PRÉ-ESCOLA
Autora:Terezinha Nunes. Professora do Departamento de Educação da Univerrsidade de Oxford (Reino Unido).
Primeiramente gostaria de dizer que não concordo com o termo Pré-escola. Deixa transparecer que esta etapa da educação básica é uma preparação para a escola. Pensar assim é totalmente equivocado. A educação infantil é plena em si, com seus objetivos bem definidos na LDB, diretrizes curriculares e pela resolução nº5.
Segundo, por mais que se leia, participe de palestras, encontros, seminários, fóruns; o que vejo, tanto na argumentação (in off) quanto na prática, são professores fazendo o de sempre: só contagem, visualização dos números, escrita dos números, como Terezinha diz: ..."contagem como uma rotina fixa..." Mas ela continua (essa é a parte interessante!) "...podemos criar situações que provoquem a reflexão sobre a representação". O que vejo muito na prática dos professores, são atividades onde a criança utiliza muito mais o lápis e o papel, do que a observação e a comparação mediadas pela oralidade.
Entrarei num ponto muito polêmico atualmente. O planejamento. A professora Terezinha ressalta que o trabalho seja realizado com diretrizes especiais. Devo colocar aqui uma questão polêmica: Como direcionar específicamente o trabalho sem momentos de planejamento e estudo, satisfatórios? Tudo isso demanda tempo e a escola pública não nos disponobiliza satisfatoriamente! Essa é uma discussão recorrente, mas pertinente. Não tem como não falar em trabalho bem direcionado e valorizando as características das crianças sem falar em PLANEJAMENTO.
Voltando ao artigo ( estou igual às professoras que frequentam os cursos de capacitação, quando surge um tema polêmico despejam as angustias e o tempo se esvai!) que não fala somente da contagem, da representação, dos números, mas também de aprender a usar os números para pensar sobre o mundo.
" À medida que as crianças resolvem problemas sobre quantidades, elas estão aprendendo a organizar suas ações para resolver problemas com números".
Nesse aspecto uma professora faz (supostamente!) uma observação: Meus alunos resolvem problemas nas tarefas xerografadas! (Gente, não adianta questionar! Na teoria fazemos certo, mas na prática é isso mesmo!) O que falta para nossa teoria casar com a nossa prática?
Terezinha também fala que devemos variar o elemento desconhecido na situação-problema. O que é rotineiro é perguntarmos quantos ficou? Terezinha sugere que perguntemos quanto foi tirado, perdido...
Ela também fala sobre usarmos situações-problema para promover a REFLEXÃO inversa entre a adição e a subtração. "É fundamental estimular a criança a resolver o problema sem contar".
BICHONÁRIO
PROJETO DIDÁTICO: BICHONÁRIO
JUSTIFICATIVA
Em uma de nossas rodas de conversa, o João Júlio nos contou que sua cadela havia tido filhotes. Outras crianças começaram a contar sobre seus animais de estimação.
Perguntei de onde nascem os cachorros, uns responderam que nascem da barriga da mãe e outros disseram que nascem do ovo. A Ingrid tomou a frente e disse que não, o pintinho é que nasce do ovo. Perguntei se somente o pintinho nasce do ovo, se não tem outros animais que também nascem do ovo. Saiu uma lista de bichos muito confusa; animais que nascem da barriga sendo classificados como se nascessem do ovo e vice-versa. Então propus fazermos uma pesquisa para conhecermos quais animais nascem do ovo e quais nascem da barriga da mãe. Sugeri que produzíssemos um livro: BICHONÁRIO, um dicionário de animais.
OBJETIVOS
*Conhecer algumas características dos animais;
*Aproximar as crianças de textos informativos.
CONTEÚDOS
*Classificação de animais;
*Leitura;
*Escrita.
ANOS
*Infantil IV;
*Infantil V;
*1º ano.
TEMPO ESTIMADO
30 dias. Na verdade, a curiosidade das crianças é que vai ser determinante nesse aspecto. Se mesmo depois da produção do livro, elas ainda quiserem saber mais sobre o tema, serão atendidas.
MATERIAL NECESSÁRIO
*Livro: Bichodário.
*CD’s Arca de Noé vol. I e vol. II.
*Filmes: Madagascar I e II; Procurando Nemo; Rio.
DESENVOLVIMENTO
1ª ETAPA
Produzir com as crianças uma lista de animais (Elas ditam e a professora escreve num cartaz. Complementar posteriormente com gravuras, para auxiliar na” leitura” dos nomes dos animais) e completar a lista, caso as crianças deixem de citar alguma letra do alfabeto. Um dos objetivos da lista é, também, identificar as letras do alfabeto nas iniciais dos nomes dos animais.
2ª ETAPA
Selecionar histórias que tenham animais como personagens principais; textos informativos sobre animais; notícias que tenham animais como tema. Durante alguns dias realizar a leitura desses gêneros e fazer comparações entre eles. Direcionar a leitura para fichas informativas sobre animais. Visitar o zoológico e procurar pela ficha que traz informações sobre os bichos. Assistir aos filmes procurando identificar quais animais nascem do ovo e quais nascem da barriga da mãe.
3ª ETAPA
Pedir a cada criança para trazer uma gravura de um animal que comece com a inicial do seu nome e montar um mural classificando os que nascem do ovo e os que nascem da barriga da mãe. Promover a escrita do nome dos animais das figuras em fichas (o professor como escriba), destacando a letra inicial e fixá-las abaixo da gravura correspondente no mural.
4ª ETAPA
Apresentar o dicionário às crianças e mostrar como ele é organizado. O nosso livro: Bichonário é um dicionário de animais, perguntar o que é preciso para confeccionar um livro e quais informações gostariam de colocar nele. Relembrar como eram as fichas dos animais do zoológico e propor organizar as páginas do livro da mesma forma: foto (no caso desenho do animal), abaixo da imagem dados sobre o bicho: nome, gestação ou incubação, alimentação, locomoção e habitat. Fazer o desenho de uma página, simulando o livro e pedir sugestões para diagramação.
5ªETAPA
Com o modelo da página pronto, propor o início da produção do livro. O Bichonário será organizado em ordem alfabética, um animal para cada letra do alfabeto. Promover desafios: por exemplo, perguntar qual a primeira letra do alfabeto (consultar o alfabeto fixado na sala) e que animal poderemos colocar no livro com essa letra (a intenção é que as crianças consultem o mural dos animais). As letras do alfabeto que sobrarem, pois o mural foi feito somente com as inicias dos nomes das crianças, pode ser feito uma pesquisa em sala complementando a lista para ser colocado do livro. Cada dia será feito a leitura dos dados do animal, o desenho e a ficha.
6ª ETAPA
Confecção do livro. As crianças que já conseguem escrever as letras com e sem modelo, poderão construir a parte escrita de cada página. As crianças que ainda não conseguem produzir letras mesmo com o modelo poderão fazer o desenho dos animais. O objetivo é que todas as crianças participem da produção do livro, levando-se em conta suas habilidades.
7ªETAPA
Produção da capa do livro. Mostrar a capa de vários livros inclusive o Bichodário. Levar as crianças a perceberem que a capa precisa ter relação com o assunto do livro.
8ª ETAPA
A produção da folha de rosto. Problematizar o que precisa estar escrito na capa e na folha de rosto. Mostrar a parte do livro que trata de quem fez o que no livro.
9ª ETAPA
Produção da dedicatória. Ler a dedicatória de alguns livros e ajudar as crianças a identificar o que é preciso colocar nessa etapa.
10ªETAPA
A contra capa. Observar alguns modelos e auxiliar as crianças a produzir a contra capa do Bichodário.
11ª ETAPA
Livro pronto. Iniciar a ciranda de leitura. Toda sexta-feira uma criança levará o livro para casa. O critério de escolha da criança pode ser decidido junto com a turma.
11ªETAPA
Ao final da ciranda promover uma cerimônia de entrega do livro à biblioteca da escola. Mas isso já é um novo projeto didático!
sábado, 14 de maio de 2011
Projeto Identidade
Duração: 15 dias
Público alvo: Educação Infantil
OBJETIVOS
*Favorecer o desenvolvimento da auto-imagem;
*Proporcionar um maior conhecimento de si;
*Expressar gostos, vivências, sentimentos, modo de vida;
*Confeccionar um livrinho com atividades de sistematização do projeto.Ver sugestões de atividades no final do projeto.
DESENVOLVIMENTO
1°dia: Poema
*Com a letra do poema Identidade, de Pedro Bandeira, escrita em letra bastão numa cartolina, realizar a leitura e identificação das iniciais dos nomes das crianças.
*Especificar o gênero textual, o autor e se possível a fonte.Fazer uma lista de palavras do poema na lousa( posteriormente transcrita para uma cartolina e colocada em exposição na sala durante todo o projeto), ditadas pelas crianças. Nesse momento, o professor assume o papel de escriba;
*Realizar a primeira atividade do livrinho;
2°dia: Meu nome
*Com as fichas dos nomes das crianças, espalhá-las no chão e perguntar, uma a uma, se cada criança sabe onde está seu nome. Caso não saiba, oferecer ajuda;
*Após cada criança com sua ficha, espalhar, no chão, letras grandes do nosso alfabeto.Pedir às crianças que observem a primeira letrinha do seu nome na ficha e procurei-na nas letras que estão no chão;
*Em seguida, com a ajuda da ficha, realizar a atividade de escrita do nome no livrinho EU;
3° dia: Minha idade
*Em círculo, pedir que cada criança diga sua idade. Em seguida, distribua palitos, ou tampinhas, qualquer material que possa ser contado com facilidade. Peça que coloquem no chão a quantidade de palitos que representam a idade de cada um.
*Realizar a atividade dois do livrinho.
4º dia: Minha família
*Realizar uma conversa informal com as crianças sobre família;
*Pedir que ( quem quiser)falem sobre sua família;
*Ressaltar que família é o grupo de pessoas que vivem juntas, para que as crianças que não teem o modelo tradicional de família, não se sintam excluídas;
*Pedir que falem sobre as atividades que fazem juntos;
*Deixar as crianças se exprressarem livremente;
*Realizar a atividade quatro do livrinho.
5º dia: Minha casa
*Ouvir a música A casa de Vinícius de Morais (cd Arca de Noé). Explorar as características da casa que fala a música. Questionar se realmente esse tipo de casa existe. Para que serve uma casa?
*Saber das crianças como éo lugar onde vivem. Todo mundo mora no mesmo tipo de casa? Mostrar figuras de tipos de casas diferentes e pedir que identifiquem a que se parece mais com a que eles moram;
*Realizar a atividade do livrinho.
6º dia: Meus amigos
*Converse informalmente sobre amizade. Pergunte o nome dos amigos das crianças e o que eles mais fazem juntos;
*Apresentar o vídeo Meus amigos Tigrão e Pooh - Todo mundo é especial;
*Realizar atividade do livrinho.
7ºdia: Minha escola
*Em roda, conversar sobre a escola: O que a gente vem fazer na escola?
*Realizar um passeio pela escola identificando os espaços e a utilidade dos mesmos;
*Fazer a atividade do livrinho.
8º dia: Minha professora
*Na rodinha, conversar com as crianças sobre a professora: Por que tem professora? O que ela faz?
Quantas professoras tem na escola? Qual o nome da nossa professora? Escrever o nome dela na lousa?
Contar as letras, qual é a letra inicial, qual a final...
*Realizar a atividade do livrinho;
9ºdia: Brincadeiras favoritas
*Deixar as crianças brincar livremente (meia hora);
*Depois chamá-los pra roda de conversa;
* Na rodinha, conversar sobre brincar: Quem gosta de brincar? Vocês brincam de que? Quais são as brincadeiras feitas na escola? Quais vocês brincam em casa? Quais são as favoritas?
*Realizar atividade do livrinho.
10ºdia: Meus animais preferidos
*Na rodinha, espalhar no centro da roda gravuras de animais de estimação. Explorar algumas características físicas ( não se estender muito pois o centro da conversa deve ser qual é o animal preferido).
*Pedir que falem qual daqueles animais eles preferem e porquê?
*Realizar atividade do livrinho.
11ºdia: Meus medos
*Colocar a música: " A noite no castelo, é mal assombrada..." Tomar cuidado para não fazer um clima assustador para não assustar as crianças e bloqueá-las para a atividade;
*Sobre o que fala a música? Quem tem medo de bruxa? Por que? Do que eles teem medo?
*Realizar atividade do livrinho.
12ºdia: Como me vejo
*Levar as crianças a se observarem no espelho: O corpo todo, a cabeça em detalhes, os braços, a barriga, o pescoço, as pernas.Pedir que se movimentem dia diante do espelho. Perguntar que movimento estão fazendo.
*Realizar atividade do livrinho.
13ºdia: Este sou eu
*Na roda de conversa, fazer a brincadeira da caixa: "passe a caixa pela roda sem a roda desmanchar se você ficar com a caixa você vai poder olhar" (preparar uma caixa com um espelho dentro). Perguntar quem está na caixa?). Fazer com todas as crianças. Espalhar fotos das crianças no centro da roda. Pedir que identifiquem suas fotografias.
*Levar as crianças às mesinhas e realizar atividade do livrinho.
ORIENTAÇÕES PARA O LIVRO
Confeccionar o livro o modelo paisagem ou num caderno desenho;
Página 1: Página dividida ao centro, do lado esquerdo o poema identidade e dolado esquerdo espaço para a criança ilustrar o poema;
Digitar ou escrever, com letra bastão, a consigna de cada página:
página 2: ESTE É O MEU NOME;
página 3: ESTA É MINHA IDADE;
página 4: ESTA É MINHA CASA;
página 5: ESTA É MINHA FAMÍLIA;
página 6: ESTES SÃO MEUS AMIGOS;
página 7: ESTA É MINHA ESCOLA;
página 8: ESTA É MINHA PROFESSORA:
página 9: ESTAS SÃO MINHAS BRINCADEIRAS FAVORITAS;
página 10: ESTES SÃO MEUS ANIMAIS PREFERIDOS;
página 11: ESTES SÃO MEUS MEDOS;
página 12: COMO ME VEJO;
página 13: E ESTE SOU EU.
Obs.: Estas consignas podem ser digitadas e recortadas para serem coladas na parte central e superior da folha. Se for de vontade da professora pode ser feito uma borda contornando a folha.
Público alvo: Educação Infantil
OBJETIVOS
*Favorecer o desenvolvimento da auto-imagem;
*Proporcionar um maior conhecimento de si;
*Expressar gostos, vivências, sentimentos, modo de vida;
*Confeccionar um livrinho com atividades de sistematização do projeto.Ver sugestões de atividades no final do projeto.
DESENVOLVIMENTO
1°dia: Poema
*Com a letra do poema Identidade, de Pedro Bandeira, escrita em letra bastão numa cartolina, realizar a leitura e identificação das iniciais dos nomes das crianças.
*Especificar o gênero textual, o autor e se possível a fonte.Fazer uma lista de palavras do poema na lousa( posteriormente transcrita para uma cartolina e colocada em exposição na sala durante todo o projeto), ditadas pelas crianças. Nesse momento, o professor assume o papel de escriba;
*Realizar a primeira atividade do livrinho;
2°dia: Meu nome
*Com as fichas dos nomes das crianças, espalhá-las no chão e perguntar, uma a uma, se cada criança sabe onde está seu nome. Caso não saiba, oferecer ajuda;
*Após cada criança com sua ficha, espalhar, no chão, letras grandes do nosso alfabeto.Pedir às crianças que observem a primeira letrinha do seu nome na ficha e procurei-na nas letras que estão no chão;
*Em seguida, com a ajuda da ficha, realizar a atividade de escrita do nome no livrinho EU;
3° dia: Minha idade
*Em círculo, pedir que cada criança diga sua idade. Em seguida, distribua palitos, ou tampinhas, qualquer material que possa ser contado com facilidade. Peça que coloquem no chão a quantidade de palitos que representam a idade de cada um.
*Realizar a atividade dois do livrinho.
4º dia: Minha família
*Realizar uma conversa informal com as crianças sobre família;
*Pedir que ( quem quiser)falem sobre sua família;
*Ressaltar que família é o grupo de pessoas que vivem juntas, para que as crianças que não teem o modelo tradicional de família, não se sintam excluídas;
*Pedir que falem sobre as atividades que fazem juntos;
*Deixar as crianças se exprressarem livremente;
*Realizar a atividade quatro do livrinho.
5º dia: Minha casa
*Ouvir a música A casa de Vinícius de Morais (cd Arca de Noé). Explorar as características da casa que fala a música. Questionar se realmente esse tipo de casa existe. Para que serve uma casa?
*Saber das crianças como éo lugar onde vivem. Todo mundo mora no mesmo tipo de casa? Mostrar figuras de tipos de casas diferentes e pedir que identifiquem a que se parece mais com a que eles moram;
*Realizar a atividade do livrinho.
6º dia: Meus amigos
*Converse informalmente sobre amizade. Pergunte o nome dos amigos das crianças e o que eles mais fazem juntos;
*Apresentar o vídeo Meus amigos Tigrão e Pooh - Todo mundo é especial;
*Realizar atividade do livrinho.
7ºdia: Minha escola
*Em roda, conversar sobre a escola: O que a gente vem fazer na escola?
*Realizar um passeio pela escola identificando os espaços e a utilidade dos mesmos;
*Fazer a atividade do livrinho.
8º dia: Minha professora
*Na rodinha, conversar com as crianças sobre a professora: Por que tem professora? O que ela faz?
Quantas professoras tem na escola? Qual o nome da nossa professora? Escrever o nome dela na lousa?
Contar as letras, qual é a letra inicial, qual a final...
*Realizar a atividade do livrinho;
9ºdia: Brincadeiras favoritas
*Deixar as crianças brincar livremente (meia hora);
*Depois chamá-los pra roda de conversa;
* Na rodinha, conversar sobre brincar: Quem gosta de brincar? Vocês brincam de que? Quais são as brincadeiras feitas na escola? Quais vocês brincam em casa? Quais são as favoritas?
*Realizar atividade do livrinho.
10ºdia: Meus animais preferidos
*Na rodinha, espalhar no centro da roda gravuras de animais de estimação. Explorar algumas características físicas ( não se estender muito pois o centro da conversa deve ser qual é o animal preferido).
*Pedir que falem qual daqueles animais eles preferem e porquê?
*Realizar atividade do livrinho.
11ºdia: Meus medos
*Colocar a música: " A noite no castelo, é mal assombrada..." Tomar cuidado para não fazer um clima assustador para não assustar as crianças e bloqueá-las para a atividade;
*Sobre o que fala a música? Quem tem medo de bruxa? Por que? Do que eles teem medo?
*Realizar atividade do livrinho.
12ºdia: Como me vejo
*Levar as crianças a se observarem no espelho: O corpo todo, a cabeça em detalhes, os braços, a barriga, o pescoço, as pernas.Pedir que se movimentem dia diante do espelho. Perguntar que movimento estão fazendo.
*Realizar atividade do livrinho.
13ºdia: Este sou eu
*Na roda de conversa, fazer a brincadeira da caixa: "passe a caixa pela roda sem a roda desmanchar se você ficar com a caixa você vai poder olhar" (preparar uma caixa com um espelho dentro). Perguntar quem está na caixa?). Fazer com todas as crianças. Espalhar fotos das crianças no centro da roda. Pedir que identifiquem suas fotografias.
*Levar as crianças às mesinhas e realizar atividade do livrinho.
ORIENTAÇÕES PARA O LIVRO
Confeccionar o livro o modelo paisagem ou num caderno desenho;
Página 1: Página dividida ao centro, do lado esquerdo o poema identidade e dolado esquerdo espaço para a criança ilustrar o poema;
Digitar ou escrever, com letra bastão, a consigna de cada página:
página 2: ESTE É O MEU NOME;
página 3: ESTA É MINHA IDADE;
página 4: ESTA É MINHA CASA;
página 5: ESTA É MINHA FAMÍLIA;
página 6: ESTES SÃO MEUS AMIGOS;
página 7: ESTA É MINHA ESCOLA;
página 8: ESTA É MINHA PROFESSORA:
página 9: ESTAS SÃO MINHAS BRINCADEIRAS FAVORITAS;
página 10: ESTES SÃO MEUS ANIMAIS PREFERIDOS;
página 11: ESTES SÃO MEUS MEDOS;
página 12: COMO ME VEJO;
página 13: E ESTE SOU EU.
Obs.: Estas consignas podem ser digitadas e recortadas para serem coladas na parte central e superior da folha. Se for de vontade da professora pode ser feito uma borda contornando a folha.
Meu momento mãe na festa das mães!!!
Hoje fui à minha primeira festa das mães como mãe e não como professora!!!!
O coração estava acelerado e ansioso. Quando chegou a vez do infantil II, turma do meu filhote, ele entrou chorando, se acalmou e quando tocou a música deu um sorriso, um pulinho e me viu...Começou a chorar e não fez mais nada. O coração que estava apertado ficou espremido, diante dos olhinhos de desespero dele. Quem disse que ele dançou? Passou a música inteira agarrado comigo, pedindo pra sair dali. A música acabou, a professora o levou. Fui deixar a máquina na mesa depois fui buscá-lo, pois sabia que ele não conseguiria lanchar.
Enfim, a primeira apresentação do meu gatinho, amor da vida...Não houve!
Sei, você deve estar pensando: _Mas ele é bebê, é assim mesmo, ficou assustado!
Eu sei disso!
Não estou me lamentando, estou constatando.
Só em estar ali e vê-lo naquele momento de homenagens, já valeu!!!
Amo você por toda vida, filho!!!!!
O coração estava acelerado e ansioso. Quando chegou a vez do infantil II, turma do meu filhote, ele entrou chorando, se acalmou e quando tocou a música deu um sorriso, um pulinho e me viu...Começou a chorar e não fez mais nada. O coração que estava apertado ficou espremido, diante dos olhinhos de desespero dele. Quem disse que ele dançou? Passou a música inteira agarrado comigo, pedindo pra sair dali. A música acabou, a professora o levou. Fui deixar a máquina na mesa depois fui buscá-lo, pois sabia que ele não conseguiria lanchar.
Enfim, a primeira apresentação do meu gatinho, amor da vida...Não houve!
Sei, você deve estar pensando: _Mas ele é bebê, é assim mesmo, ficou assustado!
Eu sei disso!
Não estou me lamentando, estou constatando.
Só em estar ali e vê-lo naquele momento de homenagens, já valeu!!!
Amo você por toda vida, filho!!!!!
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