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terça-feira, 15 de novembro de 2011

A matemática na pré-escola

A Revista Pátio (29) vem com um tema maravilhoso: Matemática na educação infantil. Estou lendo e relendo. Leiam e vamos fazer uma sessão de debates aqui no blog! Beijos!

Comentando o Artigo: A MATEMÁTICA NA PRÉ-ESCOLA
Autora:Terezinha Nunes. Professora do Departamento de Educação da Univerrsidade de Oxford (Reino Unido).

      Primeiramente gostaria de dizer que não concordo com o termo Pré-escola. Deixa transparecer que esta etapa da educação básica é uma preparação para a escola. Pensar assim é totalmente equivocado. A educação infantil é plena em si, com seus objetivos bem definidos na LDB,  diretrizes curriculares e pela resolução nº5.
     Segundo, por mais que se leia, participe de palestras, encontros, seminários, fóruns; o que vejo, tanto na argumentação (in off) quanto na prática, são professores fazendo o de sempre: só contagem, visualização dos números, escrita dos números, como Terezinha diz: ..."contagem como uma rotina fixa..." Mas ela continua (essa é a parte interessante!) "...podemos criar situações que provoquem a reflexão sobre a representação". O que vejo muito na prática dos professores, são atividades onde a criança utiliza muito mais o lápis e o papel, do que a observação e a comparação mediadas pela oralidade.
     Entrarei num ponto muito polêmico atualmente.  O planejamento. A professora Terezinha ressalta que o trabalho seja realizado com diretrizes especiais. Devo colocar aqui uma questão polêmica: Como direcionar específicamente o trabalho sem momentos de planejamento e estudo, satisfatórios? Tudo isso demanda tempo e a escola pública não nos disponobiliza satisfatoriamente! Essa é uma discussão recorrente, mas pertinente. Não tem como não falar em trabalho bem direcionado e valorizando as características das crianças sem falar em PLANEJAMENTO.
    Voltando ao artigo ( estou igual às professoras que frequentam os cursos de capacitação, quando surge um tema polêmico despejam as angustias e o tempo se esvai!) que não fala somente da contagem, da representação, dos números, mas também de aprender a usar os números para pensar sobre o mundo.

" À medida que as crianças resolvem problemas sobre quantidades, elas estão aprendendo a organizar suas ações para resolver problemas com números".

Nesse aspecto uma professora faz  (supostamente!) uma observação: Meus alunos resolvem problemas nas tarefas xerografadas! (Gente, não adianta questionar! Na teoria fazemos certo, mas na prática é isso mesmo!) O que falta para nossa teoria casar com a nossa prática?

Terezinha também fala que devemos variar o elemento desconhecido na situação-problema. O que é rotineiro é perguntarmos quantos ficou? Terezinha sugere que perguntemos quanto foi tirado, perdido...

Ela também fala sobre usarmos situações-problema para promover a REFLEXÃO inversa entre a adição e a subtração. "É fundamental estimular a criança a resolver o problema sem contar".

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